Passado, presente, futuro...
Quando mais se mexe na merda pior cheira...
sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Lost
"Quem tudo quer, tudo perde"
"Quem nada deseja, nada tem"
Afinal?? Afinal qual é o ponto de equilíbrio entre o tudo e o nada desejar. Dessassossegada busco o equilíbrio entre tudo querer e depois nada ter. Há épocas da vida em que numa louca busca tenho tudo e depois, de repente, como se tudo isso fosse demais, me liberto e vem o nada. Agora nada desejo. De qualquer forma tem de haver maneira de encontrar o 36 entre o 8 e o 80.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Pergunta?
- Que cara é essa?
- oh
- Mas o que tens?
- Não sei bem
- Onde estás?
- Por aqui
- Mas afinal que tens?
- Nada. Já não consigo chorar e esqueci-me de como se sorri...
- oh
- Mas o que tens?
- Não sei bem
- Onde estás?
- Por aqui
- Mas afinal que tens?
- Nada. Já não consigo chorar e esqueci-me de como se sorri...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Odiar o passado!
Odiar o passado é sinónimo de falta de capacidade para amar o presente e desejar que o futuro chegue. Não odeio, nem nunca odeiei o passado, por isso mesmo custa-me imenso arrumá-lo como se de ontem se tratasse. Muitas vezes penso que uma certa clivagem no tempo do meu Eu dava jeito para superar o passado e sentir que o presente, esperando amar o futuro. Odiar o passado, numa fase aguda de crise, far-me-ia tão bem :)
terça-feira, 28 de junho de 2011
Filme
A vida real é tão diferente dos filmes...aqui os corações rasgados gemem de dor e atravessam o peito num impulso incontrolável de lutar por tudo o que já foi. Tudo o que se perde deixa para trás um amargo de boca como se faltasse tanto para sabermos como tinha sido se conseguissemos ser felizes para sempre.
Morte natural!
Hoje passei o dia a pensar no "sentido da vida" (tal como diz uma amiga) ou melhor, passei o dia a pensar: será melhor morrer depois de sofrer muito por doença ou será mais fácil morrer de repente, como se diz, de morte natural, de preferência a dormir? Tal questão levantou-me uma outra, há relações afectivas que acabam depois de muitas discussões, de traições, de falta de amor e há outras que terminam com passar do tempo, com o pouco avançar das coisas, como se morte natural se tratasse. Há fim de relações por doença, quer prolongada, quer súbita e outros de morte natural. Mas afinal qual dos fins é menos doloroso? E qual a lógica deste pensamento? Nem eu mesma si aonde queria chegar com tal questão e a confusão mental é de tal ordem que me custa desenvolver, agrupar ou mesmo organizar ideias soltas para uma direcção.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Pisar o risco...
A minha natureza é pisar o risco e adoro.
Porque terei que lutar contra isso? Não tenho, não tenho sequer de fazer esforços, para além dos possíveis, para entender o que me ultrapassa. Adoro pisar o risco, correr riscos, experimentar e ter prazer com isso...é a minha natureza, devo aceitá-la. E mais, consigo conciliar o pisar o risco com uma vida paralelamente adequada e aceitável (pelos menos aos olhos da sociedade), por isso entendo e resigno-me à minha natureza arriscada. Sou assim. Não sou, nem quero ser aquilo que não sou...
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